Atendo adultos que chegam cansados de receber receitas sem investigação, diagnósticos prontos em quinze minutos e tratamentos que não consideram contexto, história ou continuidade.
Minha prática reúne formação em psiquiatria, atuação em hospital público, consultório particular e convênio. Trabalho com diagnóstico diferencial, plano terapêutico construído com o paciente e seguimento longitudinal — o que, na prática, significa retornos pontuais, ajustes responsáveis e uma escuta que não termina na prescrição.
Acredito em uma psiquiatria que une ciência e escuta. Que reconhece que sintomas parecidos podem ter causas diferentes em pessoas diferentes. E que melhorar não é apenas deixar de sentir dor: é recuperar presença, autonomia, rotina e vida possível.
Cada paciente recebe avaliação cuidadosa, plano terapêutico individualizado e acompanhamento contínuo. Tratamento psiquiátrico não é um ato isolado — é construção.
A primeira consulta é longa. Entender o que está acontecendo, com quem está acontecendo e em que contexto. Sem pressa, sem fórmula pronta.
Diagnóstico não é rótulo. É uma construção clínica que organiza o tratamento. Investigação diferencial cuidadosa antes de qualquer conduta.
Construído com o paciente. Pode envolver medicação, psicoterapia, mudanças de rotina e articulação com outros profissionais — sempre com clareza sobre o porquê.
Retornos pontuais para observar resposta, ajustar conduta e sustentar continuidade. A psiquiatria séria se faz no segundo ano de acompanhamento, não na primeira consulta.
Modalidades pensadas para diferentes momentos clínicos. Em todos, a estrutura é a mesma: avaliação criteriosa, escuta individualizada e seguimento responsável.
Primeira consulta para investigação diagnóstica, organização da história clínica e construção de hipótese terapêutica.
Retornos para acompanhar evolução, ajustar conduta e sustentar o tratamento. Pacientes em seguimento contínuo.
Para quem usa medicação psiquiátrica há tempo sem reavaliação adequada. Análise crítica de prescrições, ajustes responsáveis e plano de continuidade.
Os dados da psiquiatria brasileira contam uma história desconfortável — e dão a medida exata do trabalho que precisa ser feito com seriedade clínica.
3ª menor taxa entre os 41 países da OCDE. A média da OCDE é 17,83. O acesso à psiquiatria no Brasil é, estruturalmente, escasso.
A maior parte dos usuários crônicos não passa por reavaliação adequada. Revisão de tratamento é demanda real e subnotificada.
Mas só 5,1% mantêm tratamento regular. O gargalo da saúde mental brasileira não é entrada — é continuidade.
Crescimento de dois dígitos ao ano em uma população cada vez mais medicada — mas nem sempre tratada com critério.
"O dado mais importante não está nas tabelas: a maior parte do que poderia melhorar a saúde mental no Brasil hoje não é mais prescrição — é mais tempo, mais escuta, mais continuidade e mais coragem clínica para revisar o que já foi feito."
As perguntas abaixo aparecem com frequência. As respostas, na clínica, dependem da história de cada pessoa.
"diagnóstico não é rótulo. é uma hipótese clínica que precisa organizar o cuidado, não reduzir uma pessoa."
— da prática clínica
Acredito em uma psiquiatria que não reduz pessoas a sintomas. Que escuta a história, compreende o contexto e usa a ciência como ferramenta de cuidado. Que medicação pode ser necessária, mas nunca substitui a compreensão do sujeito. Que melhorar não é apenas deixar de sentir dor — é recuperar presença, autonomia e vida possível.
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